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NA SUÍÇA BEBO VINHOS ... FRANCESES

por José Manuel Moroso, em 14.02.16

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 UMA visita à manufactura da Omega, em Biel, na Suíça, levou-me à descoberta de um grande vinho. Convidado para um almoço com o presidente da Omega, Stephen Urquhart (e depois de uma interessante visita ao museu da famosa marca relojoeira), fui surpreendido com um tinto com história: um Château Rauzan-Ségla 2006. 

O 'Domaine' de Rauzan, fundado em Setembro de 1661, situa-se em Bordéus e o seu primeiro propiretário - Pierre Desmezures de Rauzan -, deixou tradição na casa. Com efeito, à época já ele era o responsável pelo Château Margaux e de seguida recebeu também a responsabilidade de tomar em mãos o famoso Château Latour.

E foi com esta embalalagem que parti para a prova do Château Rauzan-Ségla 2006, um belíssimo tinto feito com Cabernet Sauvignon (54%), Merlot (40%), Petit Verdot (5%) e cabernet Franc (1%).

Com uma fruta deslumbrante, teve um enorme ataque na boca e conseguimos destacar aromas de folhas de louro, groselha, trufas e um toque de tosta. Acidez equilibrada, complexidade, taninos bem domados e um longo final de boca revelaram um grande vinho.

Já na véspera, ao jantar no Hotel DuPeyrou, em Neuchâtel, provámos outro belo tinto de Bordéus, um Château Leoville Poyferrée 2001, elaborado com as mesmas castas do anterior mas muito longe deste quanto à qualidade exibida. Enfim, dois dias na Suíça a visitar uma grande marca relojoeira, a Omega, e a beber grandes vinhos ... franceses.

 

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